Paulo Blikstein e a educação brasileira

Paulo Blikstein, brasileiro, professor da Universidade de Stanford em Palo Alto, Califórnia, Estados Unidos,  fala sobre as comparações que se fazem da educação brasileira com outros países.

Interessantemente, no início do seu depoimento, Paulo Blikstein acaba chamando a atenção de algo para o que tenho alertado: estatísticas que partem do suposto que em toda correlação tem uma causalidade e acabam usadas para desqualificar a educação brasileira e sugerirem aumento do número de alunos em sala de aula, não aumento de salário e outras “soluções mirabolantes”.
No Brasil são vários economistas que adoram isso. E seus “achados” são publicados em revistas e jornais de grande circulação no Brasil. Exemplo é a série de artigos sobre a educação na China, publicados em revista com grande circulação, onde comparações são feitas com a educação brasileira e, claro, a desqualificam.
Esses “econometristas” fazem o que chamo de “pesquisa preguiçosa” e acabam, midiaticamente, impactando mais do que aqueles que fazem pesquisas com grande rigor metodológico.

Na continuidade da entrevista, Paulo Blikstein aborda outros assuntos, incluindo o uso das tecnologias digitais de informação e comunicação na escola. Muitos aspectos que Paulo Blikstein aborda estão no fundamentos do Projeto Um Computador por Aluno, UCA.

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